Com minha chegada aqui na Bahia decidi voltar a trabalhar, Antonio ja completou 1 ano e esta mais "fácil" cuidar dele, ai entreguei currículos nas prefeituras das cidadezinhas vizinhas daqui de Ribeira do Pombal e chamaram semana passada para trabalhar como psicóloga no CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social). Estou super feliz mas dividida também, por que meu Antonio ficará com uma babá!!! Mesmo ela sendo super bem indicada, estou com meu coração apertado, começo amanhã, acho que ainda não caiu a ficha direito por que ainda não fiquei sem ele, acho que amanhã será bem mais difícil.
O Antonio está ótimo, cada dia mais engraçadinho e esperto ele já esta quase andando, ma percebo que ele tem preguiça de tentar andar por que ele fica em pé sem apoio de boa, mas quando é pra dar passinhos sozinhos ele prefere engatinhar. No domingo que passou (12/06) ele participou da sua primeira festa Junina, foi muito legal, ele comeu muita pipoca, algodão doce, pirulito, ou seja tudo que não é bom pra ele, mas ele se divertiu, e eu mais ainda rsrsrs.
Meninas torçam por mim, pra que eu consiga ficar longe dele e ele se adapte bem a babá.
beijos
15 de jun. de 2011
5 de jun. de 2011
A festinha de 1 ano!!!!
Ontem foi a festinha de aniversário do Antonio, o tema foi "O Circo", a decoração foi uma alegre e colorida como eu queria, mas Antonio estava meio doentinho, no dia anterior ele havia vomitado bastante e estava febril, mas no dia da festa ele ja estava melhor pelo menos no início da festa...
Bem falando da festa, servimos Crepe Francês, salgadinhos, docinhos, bolo, teve videokê e piscina de bolinhas. A família toda estava reunida menos minha mãe e meus sogros que não puderam vir.
Estava tudo perfeito, a festa linda, Antonio brincou bem apesar do frio de 15 graus, quando estava quase na hora do parabéns meu pimpolho resolveu vomitar em mim e eu sai correndo com ele para o banheiro e ele vomitando aiiiiii, eu escorreguei no vômito e cai em cima dele, eu arrebentei meu joelho e ele cortou a boca....Pense no desespero...
Dei um banho nele troquei minha roupa e descemos para o parabéns... Após o parabéns ele dormiu e eu fiquei toda dolorida..rsrs com os convidados.
No final da festa quem estava passando mal era eu, acredito que a combinação do crepe com nervoso me fizeram mal e quem chamou o "ugo" bonito fui eu....
Vocês devem estar pensando que tráááágico esse aniversário de 1 ano, banhado a vômitos....mas apesar disso tudo a festa foi maravilhosa eu era a pessoa mais feliz do mundo ali, orgulhosíssima do meu filho, agradecendo a Deus a todo instante pela vida dele. Vai ai umas fotos da festa.
2 de jun. de 2011
1 aninho, o mais feliz de nossas vidas!!!!!!
Eu sei que sumi por um tempo, estive mexendo com mudança, e super sem paciência pra tudo.... morri de saudades de vcs!!!!
Dia 31/05 meu Antonio fez 1 aninho, nossa como passou rápido, acho que foi um dos dias mais felizes de nossas vidas, ver nosso filho fazer seu primeiro de muitos anos que virão, da uma sensação que estamos no caminho certo, meu filho é uma criança feliz e saudável, come bem, dorme bem, brinca bem, é calminho, mas tem a personalidade bem forte, depois que nos mudamos pra Bahia e a convivência dele com outras pessoas, outras crianças ele deu uma boa desenvolvida, ele ganhou um andador e anda a casa toda com ele e com isso ja consegue ficar em pé sem apoio, mas tem medo de dar passos sozinho... Imita o som de algumas palavras, nos imita em tudo que fazemos.
Sábado dia 04/06 será a festinha dele, não vejo a hora!!! Vai ai uma fotinho dele.
beijos a todas
27 de abr. de 2011
Que futuro terão nossos filhos?
A Dina (http://nossaalegria.blogspot.com/) postou uma carta escrita pelo Grupo CRIA, que achei muito importante que todos os pais e futuros pais possam ler e refletir sobre o conteúdo dela, vamos divulgar.
beijos a todas
Carta aberta às mães e pais escrita pelo GRUPO CRIA.
Aproveitamos o sentimento de indignação e tristeza que nos abalou nos últimos dias para convoca-los para uma mobilização pelo futuro das nossas crianças. A tragédia absurda ocorrida na escola em Realengo (Rio de Janeiro) é resultado de uma estrutura complexa que tem regido nossa vida em sociedade. O problema vai muito além de um sujeito qualquer decidir invadir uma escola e atirar em crianças. Armas não nascem em árvores.
A coisa está feia: choramos por essas crianças, mas não podemos nos deixar abater pelo medo, nem nos submeter aos valores deturpados que têm regido nossa sociedade propiciando esse tipo de crime. Não vamos apenas chorar e reclamar: vamos assumir nossa responsabilidade, refletir, trocar ideias e compartilhar planos de ação por um futuro melhor. Então, mães e pais, como realizar uma revolução que seja capaz de mudar esses valores sociais inadequados?
Vamos agir, fazer barulho, promover mudanças! Acreditamos na mudança a longo prazo. Precisamos começar a investir nas novas gerações: a esperança está na infância. Vamos fazer nossa parte: ensinar nossos filhos pra que façam a deles.
Se desejamos alcançar uma paz real no mundo,temos de começar pelas crianças. Gandhi
O que estamos fazendo com a infância de nossas crianças?
Com frequência pais e mães passam o dia longe dos filhos porque precisam trabalhar para manter a dinâmica do consumo desenfreado. Terceirizam os cuidados e a educação deles a pessoas cujos valores pessoais pensam conhecer e que não são os valores familiares. Acabamos dedicando pouco tempo de qualidade, quando eles mais precisam da convivência familiar. Assim, como é possível orientar, entender, detectar e reverter tanta influência externa a que estão expostos na nossa longa ausência? Estamos educando ou estamos nos enganando?
O que vemos hoje são crianças massacradas e hiperestimuladas a serem adultos competitivos desde a pré-escola. Estão constantemente expostos à padronização, competição, preconceito, discriminação, humilhação, bullying, violência, erotização precoce, consumo desenfreado, culto ao corpo, etc.
O estímulo ao consumo desenfreado é uma das maiores causas da insatisfação compulsiva de nossa sociedade e de tantos casos de depressão e episódios de violência. Daí o desejo de consumo ser a maior causa de crime entre jovens. O ter superou o ser. Isso porque a aparência é mais importante do que o caráter. Precisamos ensinar nossos filhos que a felicidade não está no que possuímos, mas no que somos. Afinal, somos o exemplo e eles repetem tudo o que fazemos e o modo como nos comportamos. E o que ensinamos a nossos filhos sobre o consumo? Como nos comportamos como consumidores? Onde levamos nossos filhos para passear com mais frequência? Em shoppings?
Quanto tempo nossos filhos passam na frente da TV? 10 desenhos por dia são 5 horas em frente à TV sentados, sem se movimentar, sem se exercitar, sendo bombardeados por mensagens nem sempre educativas e por publicidade mentirosa que incentiva o consumo desde cedo, inclusive de alimentos nada saudáveis. Mais tempo do que passam na escola ou mesmo conosco que somos seus pais!
Porque os brinquedos voltados para os meninos são geralmente incentivadores do comportamento violento como armas, guerras, monstros, luta? A masculinidade devia ser representada pela violência? Será que isso não contribui para a banalização da violência desde a infância? Quando o atirador entrou na escola com armas em punho, as crianças acharam que ele estava brincando.
Nós cidadãos precisamos apoiar ações em que acreditamos e cobrar do Estado sua implementação, como o controle de armas, segurança nas escolas, mudança na legislação penal, etc. Mas acima de qualquer coisa precisamos de pessoas melhores. Isso inclui educação formal e apoio emocional desde a infância. É hora de pensar nos filhos que queremos deixar para o mundo, para que eles possam começar a vida fazendo seu melhor. Criança precisa brincar para se desenvolver de forma sadia. É na brincadeira que elas se descobrem como indivíduos e aprendem a se relacionar com o mundo.
Nós pais precisamos dedicar mais tempo de convivência com nossos filhos e estar atentos aos sinais que mostram se estão indo bem ou não. Colocamos os filhos no mundo e somos responsáveis por eles! Eles precisam se sentir amados e amparados. Vamos orientá-los para que eles sejam médicos por amor não por status, que sejam políticos para melhorar a sociedade não por poder, funcionários públicos por competência e não pela estabilidade, juízes justos, advogados e jornalistas comprometidos com a verdade e a ética, enfim!
Precisamos cobrar mais responsabilidade das escolas que precisam se preocupar mais em educar de verdade e para um futuro de paz. Chega de escolas que tratam alunos como clientes.
Não temos mais tempo a perder. Ou todos nós, cedo ou tarde, faremos parte da estatística da violência. Convidamos todos a começar hoje. Sabemos que não é fácil. E alguma coisa nessa vida é? Vamos olhar com mais atenção para nossos filhos, vamos ser pais mais presentes, vamos cobrar mais da sociedade que nos ajude a preparar crianças melhores para um mundo melhor!
Nossa proposta aqui é de união e ação para promover uma verdadeira mudança social. A mudança do medo para o AMOR, do individualismo para a FRATERNIDADE e para a EMPATIA, da violência para a GENTILEZA e a PAZ
beijos a todas
Carta aberta às mães e pais escrita pelo GRUPO CRIA.
Aproveitamos o sentimento de indignação e tristeza que nos abalou nos últimos dias para convoca-los para uma mobilização pelo futuro das nossas crianças. A tragédia absurda ocorrida na escola em Realengo (Rio de Janeiro) é resultado de uma estrutura complexa que tem regido nossa vida em sociedade. O problema vai muito além de um sujeito qualquer decidir invadir uma escola e atirar em crianças. Armas não nascem em árvores.
A coisa está feia: choramos por essas crianças, mas não podemos nos deixar abater pelo medo, nem nos submeter aos valores deturpados que têm regido nossa sociedade propiciando esse tipo de crime. Não vamos apenas chorar e reclamar: vamos assumir nossa responsabilidade, refletir, trocar ideias e compartilhar planos de ação por um futuro melhor. Então, mães e pais, como realizar uma revolução que seja capaz de mudar esses valores sociais inadequados?
Vamos agir, fazer barulho, promover mudanças! Acreditamos na mudança a longo prazo. Precisamos começar a investir nas novas gerações: a esperança está na infância. Vamos fazer nossa parte: ensinar nossos filhos pra que façam a deles.
Se desejamos alcançar uma paz real no mundo,temos de começar pelas crianças. Gandhi
O que estamos fazendo com a infância de nossas crianças?
Com frequência pais e mães passam o dia longe dos filhos porque precisam trabalhar para manter a dinâmica do consumo desenfreado. Terceirizam os cuidados e a educação deles a pessoas cujos valores pessoais pensam conhecer e que não são os valores familiares. Acabamos dedicando pouco tempo de qualidade, quando eles mais precisam da convivência familiar. Assim, como é possível orientar, entender, detectar e reverter tanta influência externa a que estão expostos na nossa longa ausência? Estamos educando ou estamos nos enganando?
O que vemos hoje são crianças massacradas e hiperestimuladas a serem adultos competitivos desde a pré-escola. Estão constantemente expostos à padronização, competição, preconceito, discriminação, humilhação, bullying, violência, erotização precoce, consumo desenfreado, culto ao corpo, etc.
O estímulo ao consumo desenfreado é uma das maiores causas da insatisfação compulsiva de nossa sociedade e de tantos casos de depressão e episódios de violência. Daí o desejo de consumo ser a maior causa de crime entre jovens. O ter superou o ser. Isso porque a aparência é mais importante do que o caráter. Precisamos ensinar nossos filhos que a felicidade não está no que possuímos, mas no que somos. Afinal, somos o exemplo e eles repetem tudo o que fazemos e o modo como nos comportamos. E o que ensinamos a nossos filhos sobre o consumo? Como nos comportamos como consumidores? Onde levamos nossos filhos para passear com mais frequência? Em shoppings?
Quanto tempo nossos filhos passam na frente da TV? 10 desenhos por dia são 5 horas em frente à TV sentados, sem se movimentar, sem se exercitar, sendo bombardeados por mensagens nem sempre educativas e por publicidade mentirosa que incentiva o consumo desde cedo, inclusive de alimentos nada saudáveis. Mais tempo do que passam na escola ou mesmo conosco que somos seus pais!
Porque os brinquedos voltados para os meninos são geralmente incentivadores do comportamento violento como armas, guerras, monstros, luta? A masculinidade devia ser representada pela violência? Será que isso não contribui para a banalização da violência desde a infância? Quando o atirador entrou na escola com armas em punho, as crianças acharam que ele estava brincando.
Nós cidadãos precisamos apoiar ações em que acreditamos e cobrar do Estado sua implementação, como o controle de armas, segurança nas escolas, mudança na legislação penal, etc. Mas acima de qualquer coisa precisamos de pessoas melhores. Isso inclui educação formal e apoio emocional desde a infância. É hora de pensar nos filhos que queremos deixar para o mundo, para que eles possam começar a vida fazendo seu melhor. Criança precisa brincar para se desenvolver de forma sadia. É na brincadeira que elas se descobrem como indivíduos e aprendem a se relacionar com o mundo.
Nós pais precisamos dedicar mais tempo de convivência com nossos filhos e estar atentos aos sinais que mostram se estão indo bem ou não. Colocamos os filhos no mundo e somos responsáveis por eles! Eles precisam se sentir amados e amparados. Vamos orientá-los para que eles sejam médicos por amor não por status, que sejam políticos para melhorar a sociedade não por poder, funcionários públicos por competência e não pela estabilidade, juízes justos, advogados e jornalistas comprometidos com a verdade e a ética, enfim!
Precisamos cobrar mais responsabilidade das escolas que precisam se preocupar mais em educar de verdade e para um futuro de paz. Chega de escolas que tratam alunos como clientes.
Não temos mais tempo a perder. Ou todos nós, cedo ou tarde, faremos parte da estatística da violência. Convidamos todos a começar hoje. Sabemos que não é fácil. E alguma coisa nessa vida é? Vamos olhar com mais atenção para nossos filhos, vamos ser pais mais presentes, vamos cobrar mais da sociedade que nos ajude a preparar crianças melhores para um mundo melhor!
Nossa proposta aqui é de união e ação para promover uma verdadeira mudança social. A mudança do medo para o AMOR, do individualismo para a FRATERNIDADE e para a EMPATIA, da violência para a GENTILEZA e a PAZ
24 de abr. de 2011
10 meses e 24 dias, Ele esta crescendo!!!
Prestes a fazer 11 meses comecei a reparar e na verdade a cair a ficha que o Antonio esta crescendo, e isso esta me dando um frio na barriga, por que significa independência.
Eu sempre quis ser uma mãe cuca fresca, deixar ele explorar sozinho, se desenvolver, criar, crescer, cair, levantar, se sujar, essas coisas... Maaaas acho que não tem sido bem assim, por que desde que ele começou a engatinhar ela ja mostra sinais de independência e isso de certa forma me assusta um pouco.
O meu lado super protetora tem falado alto, por que quero fazer tudo por ele e para ele, as vezes sem pensar ja estou eu tentando controla-lo...e isso é péssimo!!!!!!!
Hoje domingo de páscoa fomos almoçar na casa de um casal de amigos nosso que tem uma bebezinha 1 mês mais velha que Antonio, a menina faz tudoo, come de tudo é super esperta...
Aí como estávamos em clima de páscoa, confraternização, deixei um pouco de lado a rotina, regras e etc. Ele comeu tudo o que eu nunca dei a ele, fez coisas que nunca fez em casa e ficou super feliz com toda aquela bagunça...aiiiiiiii, na hora vi que ele ja esta muito preparado pra certas coisas, e que eu fico protegendo, controlando, me senti péssima por isso, não quero criar meu GURIZÃO numa bolha, mas ao mesmo tempo quero mante-lo na minha bolha....
Vou voltar a trabalhar este ano, já esta decidido e só de pensar que vou ter que ficar longe dele e deixa-lo numa creche já começo a chorar, e ja estou chorando aqui..rs
Eu preciso mudar, para o bem do meu filho, preciso relaxar mais sem deixar de cuidar bem dele, é claro, mas preciso deixa-lo mais livre para descobrir mais coisas, para aprender, crescer e se desenvolver.
Ser mãe é maravilhoso, é o melhor sentimento que tive em minha vida, mas em alguns momentos dói bastante, e sei que isso é só o começo.....
Eu sempre quis ser uma mãe cuca fresca, deixar ele explorar sozinho, se desenvolver, criar, crescer, cair, levantar, se sujar, essas coisas... Maaaas acho que não tem sido bem assim, por que desde que ele começou a engatinhar ela ja mostra sinais de independência e isso de certa forma me assusta um pouco.
O meu lado super protetora tem falado alto, por que quero fazer tudo por ele e para ele, as vezes sem pensar ja estou eu tentando controla-lo...e isso é péssimo!!!!!!!
Hoje domingo de páscoa fomos almoçar na casa de um casal de amigos nosso que tem uma bebezinha 1 mês mais velha que Antonio, a menina faz tudoo, come de tudo é super esperta...
Aí como estávamos em clima de páscoa, confraternização, deixei um pouco de lado a rotina, regras e etc. Ele comeu tudo o que eu nunca dei a ele, fez coisas que nunca fez em casa e ficou super feliz com toda aquela bagunça...aiiiiiiii, na hora vi que ele ja esta muito preparado pra certas coisas, e que eu fico protegendo, controlando, me senti péssima por isso, não quero criar meu GURIZÃO numa bolha, mas ao mesmo tempo quero mante-lo na minha bolha....
Vou voltar a trabalhar este ano, já esta decidido e só de pensar que vou ter que ficar longe dele e deixa-lo numa creche já começo a chorar, e ja estou chorando aqui..rs
Eu preciso mudar, para o bem do meu filho, preciso relaxar mais sem deixar de cuidar bem dele, é claro, mas preciso deixa-lo mais livre para descobrir mais coisas, para aprender, crescer e se desenvolver.
Ser mãe é maravilhoso, é o melhor sentimento que tive em minha vida, mas em alguns momentos dói bastante, e sei que isso é só o começo.....
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