07/08/2012

Por que a educação moderna criou adultos que se comportam como bebês*

Li esta matéria na revista Época e fiquei muito preocupada com rumo que esta tomando a educação no mundo todo, e parando pra pensar hoje quando olho para alguns dos meus alunos na faculdade vejo que esta matéria realmente tem razão, temos tanto medo de frustrar e contrariar nossos filhos que acabamos os prejudicando fazendo com que eles se tornem egoístas, egocêntricos e arrogantes com uma visão irreal de si mesmos. Com tantas leis e modernidades não podemos mais corrigir nossos filhos como fomos corrigidos ha 20 anos atrás e isso faz com que eles fiquem vulneráveis a falta de limites e nada pode os contrariar... Nós mães e pais temos que repensar o tipo de educação que estamos dando as nossos filhos e a consequência de tudo isso... Vou colocar aqui a matéria e vocês irão entender melhor o que estou dizendo:

Por que a educação moderna criou adultos que se comportam como bebês 
Saiba como enfrentar esse problema e incentivar a autoestima de crianças e adolescentes na medida certa

CAMILA GUIMARÃES E LUIZA KARAM, COM ISABELLA AYUB

Os alunos do 3º ano de uma das melhores escolas de ensino médio dos Estados Unidos, a Wellesley High School, em Massachusetts, estavam reunidos, numa tarde ensolarada no mês passado, para o momento mais especial de sua vida escolar, a formatura. Com seus chapéus e becas coloridos e pais orgulhosos na plateia, todos se preparavam para ouvir o discurso do professor de inglês David McCullough Jr. Esperavam, como sempre nessas ocasiões, uma ode a seus feitos acadêmicos, esportivos e sociais. O que ouviram do professor, porém, pode ser resumido em quatro palavras: vocês não são especiais. Elas foram repetidas nove vezes em 13 minutos. “Ao contrário do que seus troféus de futebol e seus boletins sugerem, vocês não são especiais”, disse McCullough logo no começo. “Adultos ocupados mimam vocês, os beijam, os confortam, os ensinam, os treinam, os ouvem, os aconselham, os encorajam, os consolam e os encorajam de novo. (...) Assistimos a todos os seus jogos, seus recitais, suas feiras de ciências.

Sorrimos quando vocês entram na sala e nos deliciamos a cada tweet seus. Mas não tenham a ideia errada de que vocês são especiais. Porque vocês não são.” O que aconteceu nos dias seguintes deixou McCullough atônito. Ao chegar para trabalhar na segunda-feira, notou que havia o dobro da quantidade de e-mails que costumava receber em sua caixa postal. Paravam na rua para cumprimentá-lo. Seu telefone não parava de tocar. Dezenas de repórteres de jornais, revistas, TV e rádio queriam entrevistá-lo. Todos queriam saber mais sobre o professor que teve a coragem de esclarecer que seus alunos não eram o centro do universo. Sem querer, ele tocara num tema que a sociedade estava louca para discutir – mas não tinha coragem. Menos de uma semana depois, McCullough fez a primeira aparição na TV.

Teve de explicar que não menosprezava seus jovens alunos, mas julgava necessário alertá-los. “Em 26 anos ensinando adolescentes, pude ver como eles crescem cercados por adultos que os tratam como preciosidades”, disse ele a ÉPOCA. “Mas, para se dar bem daqui para a frente, eles precisam saber que agora estão todos na mesma linha, que nenhum é mais importante que o outro.” A reação ao discurso do professor McCullough pode parecer apenas mais um desses fenômenos de histeria americanos.

Mas a verdade é que ele tocou numa questão que incomoda pais, educadores e empresas no mundo inteiro – a existência de adolescentes e jovens adultos que têm uma percepção totalmente irrealista de si mesmos e de seus talentos. Esses jovens cresceram ouvindo de seus pais e professores que tudo o que faziam era especial e desenvolveram uma autoestima tão exagerada que não conseguem lidar com as frustrações do mundo real. “Muitos pais modernos expressam amor por seus filhos tratando-os como se eles fossem da realeza”, afirma Keith Campbell, psicólogo da Universidade da Geórgia e coautor do livro Narcisism epidemic (Epidemia narcisista), de 2009, sem tradução para o português. “Eles precisam entender que seus filhos são especiais para eles, não para o resto do mundo.” Em português, inglês ou chinês, esses filhos incensados desde o berço formam a turma do “eu me acho”. Porque se acham mesmo. Eles se acham os melhores alunos (se tiram uma nota ruim, é o professor que não os entende). Eles se acham os mais competentes no trabalho (se recebem críticas, é porque o chefe tem inveja do frescor de seu talento). Eles se acham merecedores de constantes elogios e rápido reconhecimento (se não são promovidos em pouco tempo, a empresa foi injusta em não reconhecer seu valor). Você conhece alguém assim em seu trabalho ou em sua turma de amigos? Boa parte deles, no Brasil e no resto do mundo, foi bem-educada, teve acesso aos melhores colégios, fala outras línguas e, claro, é ligada em tecnologia e competente em seu uso. São bons, é fato. Mas se acham mais do que ótimos.

26/07/2012

2 anos e 1 mês, Antonio, letras e números

Antonio desde que entrou na escola tem se desenvolvido de uma forma muita rápida, ele AMAAAA letras e números, compramos varios brinquedos de números e letras soltas para ele montar e brincar, e para ajudar existe um desenho no canal Discovery Kids que se chama "SUPER WHY" OU "SUPER LEITORES" que desvenda problemas formando as palavras, e um detalhe EM INGLÊS. Com isso Antonio ja conhece todos os números de 1 a 10 e fala todos eles independente da ordem, conhece e fala varias letras do alfabeto como o H, X, S, A, B, P, T, O, U, C, I...são os que me lembro agora, outro detalhe, por causa do desenho Super Why ele fala, o b,p,t em inglês que se lê pi, ti, bi.... Ele ja fala direitinho o nome dele, se você pergutar...Qual seu nome? ele responde ANTONIO. É incrivel ver o quanto ele aprendeu em tão pouco tempo, lembrando que ele foi para escola com 1 ano e 8 meses sem saber falar uma palavra sequer. A professora todos os dias elogia esta evolução, ele realmente virou um tagarela...kkkkk. Antonio também ama dinossauros, de todos os tipos e tamanhos... ama os carrinhos da Hot wheels e ele ja sabe falar este nome dificil....só dorme agarrado ou nos hot wheels ou nos dinossauros... Corre atrás da nossa cadelinha Meg pra dar uns tapas nela, vejo que não é maldade, mas sim vê-la correndo dele...kkkkkkk ele morre de rir... Reconhece os avós, os tios nas fotos e ama a tia Ariana e Ana Julia...por que será né??? Ele continua aquela criança doce de sempre, bom pra comer, bom pra dormir, sabe dividir brinquedos, é carinhoso e também muito manhoso, sabe fazer uma cena como ninguém, quando não quer comer ou dormir, ou tomar banho inventa uma dor, põe a mão e fala dóiiii..... é muito engraçado. Outra novidade é que os 2º molar superior dele ja estão nascendo do dois lados, e ele realmente sentiu...teve febre, não conseguiu se alimentar direito por alguns dias e teve dor de cabeça, foi uma judiação. Estamos muito orgulhosos do nosso rapazinho, ele é um presente de Deus pra nós, a maior benção de nossas vidas. Por enquanto não pensamos em dar um irmãozinho a ele, vamos esperar mais um pouco, está muito bom assim.

05/06/2012

A festinha de 2 anos

Olá meninas, Depois de meses sem comparecer aqui estou para compartilhar o aniversário do Antonio... ja se passaram 2 ANOSSSS!!!! Passou muito rápido, tanta coisa aconteceu... Mas este final de semana meu pequeno completou 2 aninhos, reunimos a família e fizemos uma festinha cujo tema era BACKYARDIGANS!!! A festa ficou linda, nos divertimos muito, foi uma realização pra mim e para João fazer esta festa, nem se falepra Antonio que se divertiu horrores!!! Ele esta cada dia mais esperto, se adaptou muito bem a escolinha, ja fala varias coisinhas, aprende tudo muito rápido, adora numeros, letras e animais. Ele é uma benção em nossas vidas, ja estamos pensando num irmãozinho pra ele...rsrsrs Olhem as fotinhas

26/02/2012

A primeira palmada no Antonio

Hoje Antonio me tirou do serio,ha alguns dias venho notando que ele esta mais birrento, manhoso, etc, mas junto com a manha ele ta fazendo ânsia para vomitar, só que hoje ele nesse teatro, conseguiu vomitar de verdade... Foi assim, dei banho e o mingau da noite para colocá-lo para dormir, e ele me viu fervendo a chupeta dele, e quis a chupeta e eu disse a ele, primeiro vamos escovar os dentes, e ele começou a chorar...
Peguei ele chorando se debatendo e fui escovar os dentes dele, ai ele começou a fazer ânsia de vômito, e dei uma bronca para ele parar, ele se debatendo, chorando vomitou praticamente todo o mingau... ai eu me estressei e bati nele, dei uns tapas na perna dele!!! ele parou de chorar e de vomitar na hora, dei outro banho nele,com a cara fechada e ele me olhando com cara de cão arrependido, e eu fiz que nem era comigo, o menino ficou um anjo...rsrsrs, coloquei roupa nele e falei brava de novo, se você fizer isso outra vez eu te bato de novo, e ele me olhando com cara de menino abandonado.
Eu nunca fui contra umas palmadas na bunda, mesmo sendo psicóloga, acredito que umas palmadas não faz mal a ninguém, claro, sou contra espancamento, mas uma chinelada na bunda de vez em quando não mata ninguém, muito pelo contrário, acredito que ajuda muito a ensinar limites a crianças, muita gente me condena por pensar assim, mas em casos extremos de birra e manha, CHINELO NA BUNDA!!!!
A Bíblia diz em Provérbios 23:13 e 14 "Não retires a disciplina da criança; pois se bateres com a vara, nem por isso morrerá.
Tu castigará com a vara, e livrarás a sua alma do inferno."
O Estatuto da criança e do Adolescente já diz que é inaceitável qualquer tipo de agressão física para educar uma criança. E existe pena para os pais que derem palmadas para educar seus filhos.
Mas se pararmos pra pensar,por causa disso muitas crianças sem limites entram nas escolas armadas, usam drogas desde cedo, atacam homossexuais e etc... por outro lado o ECA protege crianças exploradas e espancadas por seus pais.
Quando eu era criança,levei muitas chineladas e cintadas e nem por isso virei uma desequilibrada, a criação que minha mãe me deu foi maravilhosa e "apanhar" fez parte disso;
Você pode me perguntar, doeu sua consciência? Eu respondo de coração, nem um pouco!!! Sempre tive em mente que quero criar meu filho para ele se dar bem no mundo la fora e a frustração, os nãos fazem parte disso, se para meu filho não virar um mimado, cheio de vontades, violento, preconceituoso eu tiver que dar umas chineladas no bum bum dele, assim farei.

04/02/2012

1 ano e 8 meses, Ele vai para escolinha!!


Ai que saudades daqui e de vocês, fiquei meses longe do blog, desse espaço que eu amo, que me faz pensar e refletir sobre a melhor coisa que me aconteceu na vida o ANTONIO!!!
Dei uma repaginada no visual, e também no conteúdo, quero conversar e compartilhar mais vezes assuntos atuais do nosso cotidiano materno.
E para voltar com chave de ouro quero compartilhar o que tenho lido e minha experiência também no assunto bebês na escolinha!!!!

Antonio está com 1 ano e 8 meses, e no próximo dia 06/02 ele irá para escolinha - maternal I do Centro Educacional Montessori aqui em Ribeira do Pombal - BA.
Muitos dizem que ele é muito novinho, outros dizem que será maravilhoso ele já interagir com outras crianças no colégio... Enfim, muitas opiniões, eu quero colocá-lo na escolinha por vários motivos, Antonio ainda não fala praticamente nada, convive pouco com outras crianças, é pouco estimulado por conviver somente com adultos, quero que ele aprenda a se socializar.
A pediatra está de acordo com minha iniciativa, e disse para eu observar que se ele irá se adaptar bem, e não forçar nada que ele não queira.

E ao pensar em colocar nossos pequenos na escolinha, temos vários questionamentos, como: qual idade certa de coloca - los na escola, como escolher uma boa escola, qual horário para matricula-los, como será a adaptação deles, será que irá ficar doente com maior frequência?

Bem antes de escolher a escola certa pra Antonio, visitei varias aqui na cidade que eu moro, analisei:

- O ambiente: é amplo, arejado, oferece condições para o bebê, possui escadas ou outros espaços que possam ser perigosos para o bebê?

- A alimentação: deve ser levada de casa, tem estrutura confiável para fazer as refeições do bebê, conta com nutricionistas, possui um cardápio?

- A sala de aula: é segura, tem um local para trocas de fraldas separado, possui um espaço para sonecas, possui brinquedos educativos e de estimulação do bebê?

- As professoras: quantas pessoas vão cuidar dos bebês, são muitas crianças no mesmo espaço, tem uma professora só?

- As atividades extras: aula de musicalização, hora do conto, teatro, atividades que possam fazer o bebê ser estimulado. Como são feitas e por quem? É a própria professora que trabalha isso com as crianças ou tem outro profissional para isso?

Enfim, são vários questionamentos que somente visitando os locais que conseguimos ter um melhor parâmetro para essa tomada de decisão, acho que toda mãe conhece muito bem seu filho e sabe se ele esta preparado ou não para ir a escola.
Acredito que começar frequentar escola é uma fase muito marcante para toda família, e devemos tratar com naturalidade, sem ansiedades, pelo menos estou tentando..rsrs

Vamos ver como será a primeira semana de aula dele, eu volto semana que vem pra compartilhar!!!
beijos